Uma página qualquer

quarta-feira, maio 03, 2006

InTeRvAlOs

yo people! tal como na geração rebelde da tv, aqui também há intervalos! não faço publicidade, limito-me apenas a escrever umas cenas sem grande jeito enquanto a protagonista da história não posta mais episódios.
então é assim... (isto faz-me lembrar alguém, que numa célebre viagem aos dominios da ETA, fazia uma tradução muito básica... do tipo egyptien passar a egipciano!!!) com isto tudo já não sei o que ia dizer... este pessoal básico deixa-me desorientada. e por falar em desorientada, hoje estive na famosa casa onde tudo se passa e sai de lá mêmo bué mal-disposta... a cintura deslocada tava com um cheiro que nem vos digo nada!

paz e amor pra todos
ta-se cool, ta-se bem

segunda-feira, maio 01, 2006

Episódio I – O regresso

Toc, toc, toc. 9h48. 1 de Maio, feriado, portanto. Toc, toc, toc.
Não posso acreditar. Não quero acreditar. Estavam de volta, iam começar a chegar.
Ninguém merece acordar com aquele caminhar suave de elefante a saltitar de folha de nenúfar em folha de nenúfar, especialmente depois de uma noitada até às três da madrugada. Poupem-me!
Antes de continuar este episódio de indignação pura e dura, gostaria de fazer uma pequena nota. Nesta fantástica história do quotidiano de umas pseudo-adolescentes, existem três raparigas, não direi normais, porque penso que não existem tais pessoas (até porque se existissem mesmo toda a sua normalidade iria fazer com que as pessoas as marginalizassem e apelidassem-nas de anormais), mas aceitáveis: eu (claro!), a Paty (erasmus, de longe, de muito longe) e a Joana. Não somos nerds, nem fúteis, não somos do tipo de pessoal que não toma banho desde que nasceu, nem umas dondocas que passam três horas fechadas na casa de banho a arranjarem-se antes de sair para as aulas. Temos objectivos de vida que não passam pela nossa imagem, a nossa vida passa, por exemplo, por tornar-nos cidadãs activas e úteis, por retribuirmos à sociedade o dinheiro que investiu nos nossos estudos (porque algum do dinheiro dos impostos são gastos connosco!) sendo os melhores profissionais que consigamos. Não viemos para uma universidade somente com o intuito de conhecer gajos bué bons e quem sabe arranjar marido.
Penso que esta descrição nos retira da categoria geração fútil, mas infelizmente não nos retira desta história macabra que nos atormenta a vida desde o início deste ano lectivo.
Tínhamos uma leve esperança, depois de termos estado um fim-de-semana sozinhas em casa, que as outras habitantes só voltassem na segunda-feira ao final do dia, visto ser feriado. Não nos tínhamos mentalizado que poderíamos gramar com elas tão cedo, a esperança de que iríamos ter sossego por mais uns momentos acalentava-nos a alma – até ouvirmos aquelas portas a bater, aquele caminhar em excesso de velocidade e de peso, aquela atmosfera negativamente carregada a assolar-nos a calma.
Mas chegaram tempestivamente, uma após outra, e continuaram a chegar até miseravelmente encherem a casa.

Não me apetece escrever mais por hoje, e mesmo que me apetecesse não podia, porque tenho mais que fazer, por isso…

…não percam o próximo episódio porque nós, inevitavelmente, também não.

quinta-feira, abril 27, 2006

Mais um "poste" mas não é um "poste" qualquer

Uga! Cá estamos para mais umas graças e desgraças na corte de uma página qualquer!
Com alguma influência da morangada vou criar neste blog uma parte para comentar alguns acontecimentos diários... não irá ser em todos os "postes", só será quando algo de interessante ocorrer... por isso alguns "postes" serão escritos sob o título de "Viagens na Morangada - geração fútil"

Sem mais esclarecimentos
Jokas

sexta-feira, abril 21, 2006

um blog do 'infenito'... e +além

yo!!! estava dificil voltar a entrar neste blog... umapaginaqualquer é um blog especial! quando nao ha mais nada pra fazer vamos a net pesquisar qualquer coisa... mas o quê? uma pagina qualquer!
chegou para mostrar que ate no 'infenito' e + alem existem blogs!

quinta-feira, abril 20, 2006

O Princípio do Fim

No princípio era o verbo ...